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Foi Natal, e os doces coiso e tal….

December 28, 08 by Célia Leocádio

Disclaimer: Não gosto de sair de casa nos 3 dias do advento, sendo véspera, dia de natal e dia a seguir. É sugadita em casa em frente à lareira, com os meus pais, a dormir ou a ver filmes, ora o que a TV nos dá, ora o que nos dá o mac por HDMI. Chamem-lhe preguiça ou aversão às grandes movimentações e migrações da época.

Não me levem a mal, mas tenho pena dos coitados que nestes dias se desdobram entre familiares, consoada num, almoço noutro e depois mais uma paragem para o jantar, e o natal passado na maior parte na estrada, ou a cumprir horários. Assim sendo passo o natal sem o marido, mas a saudade faz um bem imenso depois :D Não abro mão desta condição.

Bom, em relação a prendas, além do maravilhoso cachecol de acrílico :/ , de um conjunto de toalhas ( que é bem vindo) e mais um livro de como cuidar do seu gato (…) este Natal a alegria maior que tive foi oferecer uma máquina de secar à minha mãe. (Para o ano o sistema vai ser completamente controlado, sem surpresas, mas também sem “lembranças” ou “cachecóis”, prefiro assim.)

E como o marido passa o Natal com os pais só hoje recebi a prenda dele, que é para os dois:

Portanto, 3 dias em casa, no sofá e a encher a mula tem que ter uma solução à vista, e como tal, a partir de hoje espero queimar calorias como quem assa coiratos!

Aliás, sabendo que tinha cometido o pecado da gula dia 25, no dia 26 fui andar a pé 5km para acelarar o metabolismo, e com a wii fit tambem posso meter nos logs todo o exercicio que faço fora da consola. Tanto o meu Mii como o Mii do marido já estão no Wii Fit Plaza com os perfis e metas a atingir. Já fizémos alguns exercicios e pooso dizer que a brincar e a jogar já me cansei qb, mas pretendo fazer a maior parte do exercicio ao ar livre e usar o wii fit para a parte ludica e para o controlo da massa corporal e das metas a atingir.

E a vêr se a alimentação tambem volta a ser menos açucarada.

Design Grid para Fireworks

December 26, 08 by Célia Leocádio

Para quem utiliza o Fireworks para o Design de Weblayouts ( like I do <3 ) e utiliza ou quer passar ao utilizar grelha para colocar tudo bem alinhado e em harmonia, ( ou como diz o amigo João, com o feeling 2.0, que é como quem diz, faz-nos sentir bem olhar para o design :D ) , encontrei no blog do Tom O’keefe dois ficheiros png já com 2 grid systems.

Até agora tinha uma trabalheira a fazer os meus ficheiros com grids para os trabalhos, e embora tivesse um ou dois como templates, não estavam lá muito bons, mas agora que encontrei estes dois, já não vou utilizar outra coisa, pese embora o facto do layout ser no mínimo de 975px e eu normalmente desenho no máximo para 940px wide. I’ll works this around!

Podem fazer download no blog do Tom, ou nestes dois links:

975px_6col_Grid

975px_12col_Grid

Confirma-se, Fleet Foxes é amor.

December 21, 08 by Célia Leocádio

É só confirmarem a presença no Primavera Sound de 2009 e o ano já começaria de maneira perfeita. De qualquer maneira ja estamos bem lançados para mais uma viagem a Barcelona para o Festival. Nem é preciso saber o cartaz, já sei que a qualidade é superior a qualquer um em Portugal, portanto até comprava o bilhete às cegas. Espero bem que nenhum prof se lembre de marcar testes para as datas do festival.

Mas o que interessa aqui são os Fleet Foxes, para mim a descoberta do ano e o melhor álbum do ano em igualdade com o Third, dos Portishead, além de que foi um dos poucos álbuns que comprámos este ano, e só por isso indicador de verdadeira adoração.

Aqui está mais uma musica, das minhas preferidas do album, aqui numa versão belíssima ao vivo.

Christmas Wishlist

December 19, 08 by Célia Leocádio

Alguém  que passe a palavra ao Pai Natal, porque eu não quero chocolates, nem cachecóis (já tenho uns 3 de natais anteriores) e como já incumbi a minha mãe de comprar umas pantufas quentinhas, o que resta, e realmente faz falta:

Um grande suborno para a prof de matemática arrendondar o 1 para 10, (é só meter o 0 à direita) para que não tenha de andar com esta cruz às costas durante 3 anos.

Se não puderem dar a 1ª prenda, podem dar algo que compilei na Amazon:

My Amazon.com Wish List

Retoma de Sites?

December 19, 08 by Célia Leocádio

Pois parece que agora também se abatem sites e há uma empresa que dá até 2000 euros por esse abate. pareceu agora ali no adsense do meu blog.

Mas para um abate de 2000, em quanto é que não fica a factura heim? Há por ai muito site que levava um abate, isso concordo, coisas feitas no frontpage pelo sobrinho do gerente, ou flashadas feitas pelo miúdo que anda a tirar o curso de multimédia e que leva apenas 200 euros pelo trabahinho, mas como é que é possível estes valores de retoma num sector que já é um nada agressiveo e competitivo?

Nunca ninguem se esqueça que não há almoços grátis, e o carro não anda a àgua da torneira.

Não sei porquê mas isto lembra a história que um conhecido me contou há tempos. Entrou de sócio com uns gajos para formar uma empresa de design e comunicação. Até tinham conhecimentos e cedo conseguiram uma carteira interessante de clientes, especialmente farmacêuticas, e dos 1ºs investimentos que fizeram logo assim que abriram empresa foi comprar carros topo de gama e meter nas despesas da empresa, e uns escritórios bem situados em Lisboa, mobilados faustosamente, tudo para causar boa impressão nos clientes e conseguir grandes contas, e mandar belos orçamentos com muitos dígitos. Daí para baixo era só exploração de freelancers e outras pequenas empresas.

Ao meu conhecido, que até era um motoqueiro todo hippie insistiram logo para que andasse com um BMW X5, por motivos de representação.

Isto andou um ano ou dois, e claro, estes meninos também faziam umas quantas trapaças para fazer esticar os lucros que chegavam a ser de 80%. A subcontratação é algo de maravilhoso. Depois o meu colega fartou-se e lá voltou para a sua empresa de produção de vídeo, onde é um homem feliz. Diz que ganhar dinheiro daquela maneira não lhe dava paz de espirito.

Isto de começar logo a fazer despesas em vez de receitas pode ser paralelo a oferecer logo um grande abate ao site antes do desenvolvimento.

Não é a mesma coisa eu sei, mas não sei porque motivo lembrei-me logo disto.

Se funciona para carros e telemóveis é capaz de se aplicar a serviços…

Bom, deixem-me ir ali à finanças meter os papéis para empresária em nome individual e depois ala para o concessionário da Jaguar para vêr se consigo uns clientes antes do Ano Novo.

Já agora, não posso ir toda maltrapilha, talvez meta as despesas da viagem a Milão para comprar uns tailleurs Prada :D

Com ou sem entrada inicial?

December 15, 08 by Célia Leocádio

Este post é resultado de um matutar longo. Embora ainda esteja a terminar alguns projectos já como recurso externo, é já de conhecimento de alguns que saí do projecto onde estava a trabalhar full-time, para me dedicar  ao curso de ensino superior que me encontro a frequentar desde Outubro.

Mesmo a decisão de me candidatar já foi despoletada após um frisson inicial (que de inicial passou a constante, mas isto será um post futuro) com o “gestor de projectos” da empresa para onde entrei em Fevereiro.

Acrescentado a esse desgaste com um elemento da equipa, houve a descoberta de grandes e injustos desequilibrios salariais, mais uma vez, tambem relacionado com esse elemento e não só, o comercial era um “buda em ouro” mas clientes nem cheirá-los. Não quero lavar roupa suja, até porque eu não levanto ondas, simplesmente deixei de acreditar que o meu contributo se enquadrasse na filisofia e metodologia da equipa que faz aquela empresa, e quando assim é eu saio, e vou à procura de novos projectos. Neste caso o meu próximo projecto é investir na licenciatura e no trabalho como freelancer que é preciso para a chularia que são as propinas e outros gastos relacionados.

Já por duas vezes discuti com o director da empresa a abordagem ao cliente e à adjudicação das propostas e temos algumas divergências neste ponto. Das duas experiências como trabalhadora por conta de outrem como webdesigner tiro duas perspectivas diferentes. Na 1ª não havia grande gestão. Era eu sozinha que ia ao cliente, ou telefonava, e fazia o levantamento para o projecto, e era eu que fazia o site do principio ao fim, tive de aprender muita coisa, mas até gostava da independência. Só havia o director comercial e era ele que punha preço, e eu nunca soube qual, portanto nunca pude quantificar ou descortinar o valor hora ou do projecto. O mal maior era que ele prometia mundos e fundos ao cliente e não sabia dizer não, tudo podia ser feito, eu é que tinha de arranjar maneira de o fazer. Ele próprio não tinha a noção do tempo ou recurss que eram necessários para fazer as coisas.

Nesta 2ª experiência já havia um comercial, um “gestor de projectos”, os programadores, e um especialista em webmarketing, e eu fui contractada para “design”, só. Mas cedo se percebeu que eu tinha de fazer mais que isso, que eu tinha que levar as coisas de principio ao fim, para coisas mais simples eu dava conta do recado, ou andavamos a passar as coisas do design para a programação e as coisas ou levavam mais tempo ou quebravam.

Mas nesta empresa consegui quantificar o valor hora dos projectos e isso levou-me a discordar das abordagens e planeamentos. Isto porquê? Como freelancer já tive uns escaldachos, e cedo percebi que para o bem do meu trabalho e da minha saúde financeira não começo qualquer tarefa sem um pagamento de 40%, que serve entre outras coisas, para compra do dominio. E não foi nunca por esta razão que um cliente não adjudicou uma proposta. Se o cliente quer mesmo ir avante e é sério, o cliente avança com o valor inicial. Alguns até podem pagar três ou quatro vezes, mas paga. E a proposta é o mais descritiva possível para os desvios serem posteriormente acertados e cobrados. Disto não abdico, e é óbvio que quero que o cliente me recomende e fique satisfeito, mas se eu fôr condescendente e começar um projecto sem pagamento inicial ou não cobrar trabalho adicional à proposta inicial é completa burrice e faz de mim uma má gestora de mim própria.

Um levantamento inicial para a proposta é o ponto-chave anti-descarrilamento.

No ultimo projecto da minha agora ex-empresa o orçamento inicial previa cerca de 7 páginas, tinha um custo de xxx e esse valor descia cerca de 30% para cerca de 15 réplicas que “possivelmente” seriam feitas. Eu fiz o projecto de principio ao fim.

Ora bem, das 7 páginas iniciais, o projecto inicial foi feito em Wordpress, mas depressa o cliente começou a enviar mail com pedidos adicionais e tive de refazer e expandir para joomla. Na minha perspectiva a proposta inicial seria o dobro, e à medida que o deadline se aproximava os mails e a urgência aumentavam (a urgência tb se paga) e a sorte é que eu tinha disponibilidade, mas se estivesse já com outra coisas em mãos como seria? E as horas foram-se acumulando e no total o valor inicial já tinha triplicado.

Confrontei o director e ele realmente insiste que quer ganhar os outros sites, e quer agradar ao máximo o cliente e fazer os outros 15 sites.  A mim parece-me que os outros não serão réplicas, mas cada “sub-cliente” vai querer o site à sua maneira, o que vai implicar site à medida e o valor do orçamento é uma anedota, e atenção, se se chegarem a a concretizar, porque estas coisas às vezes morrem na praia. prometem mas depois inventam mil e uma desculpas.

E se a coisa se repete vai novamente ser um valor inicial de xxx€ que depois se revela um custo total de xxxx

Neste caso o site foi finalizado e penso que não há ainda qualquer pagamento efectuado.

É um risco que a empresa corre e dizem-me que a minha postura é demasiado inflexível para ganhar e manter clientes, mas eu mantenho que um cliente sério não foge se fôr pedido um pagamento inicial e há que fazer vêr que há despesas iniciais.

Este projecto não foi o único assim, houve outro, em que o nome do cliente colocou logo grandes expectativas (o mundo do futebol) mas até agora só banhada, e claro que acredito que a maioria das empresas funcione assim, mas até que ponto não colocam em risco a sua saúde financeira e a dos seus colaboradores?

A minha maneira de pensar só se adequa a trabalho sem rede? Freelancers? Alguem concorda ou discorda?

Empreendedorismo

December 05, 08 by Célia Leocádio

Aqui há umas semanas fiz um apelo para que alguém empreendedor se chegasse à frente e me ajudasse com um trabalho para a cadeira de gestão e o André Ribeirinho foi uma simpatia e prontificou-se logo a ajudar.

O Trabalho que resultou não foi tão elaborado sobre o Adegga como estava inicialmente previsto, mas o tempo nesta fase é dividido com testes, outros trabalhos escolares, e trabalho-emprego-freeancing, e calhou numa altura bastante frenética entre estes eixos todos.

Felizmente o André respondeu às minhas questões, mas não consegui fazer depois grande brilharete, mas ainda assim quero partilhar convosco essas questões, e as respostas do André, e o meu trabalho propriamente dito.

Desde o Inicio/surgimento da ideia do “Adegga” quanto tempo levou até conseguires reunir todas as condições para o projecto e colocá-lo em produção/ Beta?
A ideia surgiu no verão de 2005 ao ler o livro The Long Tail. Houve uma sucessão de ideias que o livro ajudou a consolidar. Assim nasceu a ideia de fazer o projecto. Depois em Março de 2006 convidei os outros
dois sócios para formarmos uma equipa. Assim começamos a trabalhar na primeira versão do Adegga. Em Março 2007 com a minha passagem a full-time foi possível fazer o desenvolvimento final e em Junho desse
ano lançamos a versão beta fechada.

O Adegga é uma equipa de 3 pessoas, o André Cid, o André Ribeirinho e o Emilio Santos, porém, tu foste o único a aventurares-te a solo e a dedicares  100% do teu tempo ao Adegga. Em que fase do projecto é que achaste que isso era necessário e que condições reuniste/tinhas para o fazer?
Durante 6 meses trabalhamos ás noites e fins-de-semana mas com o ritmo que tínhamos nunca iríamos conseguir lançar um versão do projecto suficientemente rápido. Um projecto que esteja em produção e que tenha alguma dimensão exige uma atenção quase constante para conseguirmos manter o nível de qualidade, promoção e novos desenvolvimentos necessários. Por isso, alguns meses antes do lançamento decidi dedicar-me ao projecto a full-time.

Deixaste um emprego seguro para vestires a camisola do Adegga. Foi um risco seguramente. Tiveste a noção na altura que eras, ou estavas a ser empreendedor? Que apoios tiveste para tomar essa decisão?
Como empreendedor não vejo vestir a camisola do Adegga como sendo um risco maior do que estar a trabalhar para um empresa. O risco de trabalhar 2 anos numa empresa e não evoluir é várias vezes superior ao risco de trabalhar num projecto inovador que pode não dar tanto dinheiro (que também é necessário) mas que dá certamente muita mais experiência, reconhecimento e conhecimento.
A nível monetário o que fiz foi arranjar um conjunto de pequenos clientes de consultoria para poder pagar as contas durante o tempo em que o adegga não gerasse suficiente retorno. Para além disso os apoios mais importante são sem dúvida os das pessoas que vivem ou vão viver esta situação. Ser empreendedor é uma opção individual mas que necessita de todo o apoio dos amigos e família para que possa ser executada confortavelmente.

O Adegga é uma rede Social, e neste momento muito se fala sobre redes sociais, dos seus objectivos, custos de manutenção e modelos de negócio. Qual é o modelo de negócio para o Adegga, e qual o seu plano de sustentabilidade e crescimento?
O adegga é serviço que permite as pessoas tomar notas dos vinhos que já provaram e partilhar opiniões
com a comunidade. A rede social é uma das ferramentas que permite tornar essa tarefa mais simples.
Adicionalmente à rede social temos vindo a desenvolver novas funcionalidades que melhorem a interacção dos utilizadores com os vinhos. A versão para telemóvel é um exemplo disso.
O Adegga têm custos mensais bastante reduzidos. Sem contar com o tempo dos sócios neste momento incluem apenas o servidor, os domínios e algum merchandising como cartões de visita. À medida que vamos crescendo os custos têm também vindo a crescer e ultimamente temos tido mais alguns custos operacionais como viagens, telemóveis, etc.
O modelo de negócio do Adegga é baseado em duas áreas: contas de produtores e lojas de vinhos. Estas contas permitem promover os vinhos, produtores e lojas de forma diferenciada.
Nós planeamos atingir o break even operacional dentro de 2 anos. Num projecto como o Adegga os primeiros anos são sempre de crescimento da marca e de exploração de novas oportunidades. O objectivo é prioritariamente inovar e criar valor e só depois monetizar.

Estando a 100% no Adegga como é que obtens o teu rendimento? Podemos já falar em Lucro?
Os rendimentos do Adegga são inferiores aos custos e, por isso, o Adegga não tem lucros. A nível pessoal o meu rendimento é obtido através de projectos de consultoria que vou realizando e que ocupam cerca de 25% do meu tempo mensal. Os outros sócios têm empregos a full-time.

É difícil ser empreendedor em Portugal? Que apoios procuraste em Portugal para arrancares com o projecto?
Não é mais difícil ser empreendedor em Portugal do que em outros países. Há condições que tornam Portugal uma país atractivo para uma empreendedor. Se por um lado o ambiente não é favorável ao investimento, por outro, o custo de vida ainda é (relativamente) baixo.
A nível de apoio nós não procuramos nada em Portugal. O Adegga não é um projecto muito exigente a nível financeiro e de recursos e, por isso, preferimos e conseguimos até ao momento manter o investimentoprivado.
A nível pessoal assustam-me toda a burocracia que está por detrás desses “apoios” e a verdade é que não acredito neles como solução para o problema das startups.

O AVIN é o ISBN para o Vinhos. De onde surgiu a ideia e que apoios estás a ter no seu desenvolvimento.

O AVIN nasceu da necessidade de organizar a informação sobre vinhos que se encontra dispersa e difícil de agregar. Houve dois projectos que contribuíram para a ideia de um codígo único: O ASIN da Amazon
(que cataloga livros) e o ThingLink (que cataloga artigos craft).
O código tem como principal objectivo organizar a informação sobre vinhos e por isso estamos a trabalhar directamente com os produtores. São eles os principais interessados e, por isso, também os que nos têm
dado mais apoio.
Qual será o impacto se este projecto for aceite como standard da Industria, na vossa startup?
O AVIN tem a possibilidade de poder mudar a forma como uma industria funciona. Isso por si só é bom para toda a industria dos vinhos. O Adegga como projecto pioneiro na utilização do AVIN tem tudo a ganhar,
seja a nível de notoriedade seja a nível de inovação.
Achas que Portugal ou as entidades portuguesas oferecem condições para o nascimento de startups?
Nem de longe. Nem de perto. A burocracia é uma barreira demasiado grande. As “entidades” não fazem o seu trabalho. Seria boas apostas criar um ambiente favoravel para as startups poderem nascer e
funcionar. Baixar os impostos, oferecer estágios, etc seria medidas muito uteis. Infelizmente a via seguida é a do acesso a financiamente. Mas se depois com esse dinheiro é preciso pagar os mesmos impostos, de que vale a o esforço?

O Trabalho está aqui para download

When Typo and Background clash

November 26, 08 by Célia Leocádio

You hurt your eyes.

job offer

No entanto eu estou disponivel para colaboração em regime de freelancer, e até tenho “Elevada cultura visual“, ao contrário do designer do anuncio :D