Rescaldo Alive 08

on Jul 11 in Musica, Pessoais tagged by

Um belo duche pelas 4 da matina chegou para limpar o pó que me cobria quase por inteiro, e fui dormir que nem um anjinho. para trás ficou uma noite memorável para o resto da minha vida. Nestes últimos meses tive a sorte de poder ver as 2 bandas que mais ansiava vêr, e que até a bem pouco tempo seria uma hipótese nula, visto que essas duas bandas cessaram actividade temporáriamente, Portishead e RATM.

Ontem fechou-se um ciclo, e eu estou feliz. Foi o que esperava. tenho mais de 5 concertos ao vivo de rage, e o que vi ontem foi uma igual manifestação de força e fúria como de há dez anos atrás. tocaram tudo o que esra esperado, e o Freedom foi arrasador. Fechou como o “Killing In the Name Of” onde berrei que nem louco. Quanto ao público estava louco. O mar de teexertes de rage ou alusivas, com o camarada Che ou a estrela vermelha eram em maioria, e quando rebentam em palco ao som de Testify o Mosh foi geral e eu não pedendo vencê-los juntei-me à tribo, e nas duas 1ªs musicas foi a loucura, mas a seguir fui para terreno mais calmo curtir sózinha. O resto é História.

Mas o começo foi com os Spiritualized, muito fixe, mas confesso que não conheço muita coisa. Ainda rumei à barraca secudária para ver os MGMT mas a tenda era uma mer$% e basei após meia hora de atraso e nada deles. Dirigi-me então para os The National e realmente a coisa ao vivo é muito boa. Acho-os uns chatinhos em disco, mas foram uma bela surpresa. Seguiram-se os Gogol Bordello, muita farra mas pouca uva e os chatos The Hives. A bosta da noite… aquilo não serve nem para tirar pastilha elástica das solas dos sapatos e têm um ego maior que o mundo.

Não há fotos porque a certa altura, meio parva formatei o cartão antes de Rage e em Rage não deu para fazer nada, queria era curtir o momento.

2 Comments

  • andrezero says:

    hehe… ainda os the hives estavam a meio e eu já comentava com os meus amigos trintões… “isto vai ser uma bomba”.. bastava olhar à volta e perceber que a “zona da confusão” se iria estender por praticamente todo o recinto.. é que na frente estavam os malucos do mosh, mas depois, por exemplo onde eu estava, mesmo à frente da torre, estavam os trintões, que não querendo partir um braço ou uma perna, estavam lá para dar o litro…

    claro, ao fim de 10 minutos já tinha visto passar uma centena de pessoas a fugir (ah! bem me parecia que eras tu!) e outra centena a carregar para frente aproveitando o espaço que deixaram vazio…

    eu cá fui subindo, subindo, subindo, subindo… e na verdade tive sorte (tirando um maluco que às tantas caiu do céu e me acertou com as botas na pinha)

  • Bruno Coelho says:

    Sobrevivi!
    O concerto de Rage foi uma coisa do outro mundo. Acabei com a t-shirt ensopada. Parecia que tinha andado à chuva. Nunca me aconteceu uma coisa assim. Parecia que tinha passado um trator por cima de mim.
    Já nem fui bailar em boyz noize. Acabaram-se-me as forças.

    De resto gostei muito de Spiritualized (mas prefiro em disco), National (excelentes) e Gogol Bordello (mas em paredes foi muito melhor).

    Foi dinheiro muito bem gasto!

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