Designing For the Web

on Apr 26 in Quotidiano, Webdesign tagged || 3 Comments »

Designing For the Web

Está terminada a leitura do livro do Mark Boulton, “Designing for The Web“, que demorou cerca de 4 semanas. A princípio marchou quase metade de uma vez, umas valentes 80 páginas, mas a sua localização, mesa de cabeceira, ditou que a partir daí lhe dedicasse apenas pequenas leituras que acabavam aquando surgiam os primeiros bocejos antes da sesta. Hoje consegui ler as 90 páginas que faltavam antes de adormecer.
O livro/PDF tem cerca de 250 páginas de conteúdo e aborda principalmente os conceitos básicos de Design Gráfico. Os principais tópicos cobertos neste livro são  Layout, Tipografia, Cor e Pesquisa. No fundo aprende-se o básico que qualquer curso de Design ou Artes, teórico, nos daria, mas que muitos de nós, com um background de auto-aprendizagem sentimos muitas vezes como uma lacuna e que se nota no nosso trabalho.

Mas… design gráfico para a web? Sim, é a teoria básica do Design, mas como esta se utiliza (correctamente) na web. Não há ensino de CSS, nem Div’s, nem pregações de webstandards ou coisa do género, é mesmo só design.

Em relação à tipografia por exemplo aprendi imenso, e coisas básicas como a anatomia de uma letra e a classificação de fontes surge como um valor acrescentado ao meu conhecimento, que no fundo até é pequeno, quando me confronto com estas pequenas coisas que são essenciais para o design do dia a dia. Só aqui são mais de 45 páginas.

E para quem é este livro? Recomendo-o sobretudo a pessoas como eu, que entraram para o webdesign, ou webdevelopment sem qualquer formação ou conhecimento teórico em Design, e que pretende melhorar o seu design “para a web”, no fundo construir as fundações para um trabalho futuro de melhor qualidade em Web/IA Design.

Aprende Célia!

on Apr 14 in Pessoais, Quotidiano, Sites, Webdesign tagged || 10 Comments »

Que me sirva de lição a experiência de entrar numa competiçãozinha para ganhar uns míseros 200 dólares (menos as comissões do paypal) e alguns trocados futuros.
Há umas duas semanas o site Theme Forest lançou um repto em que oferecia um prizemoney de $200 às primeiras 4 submissões de templates Joomla ou outros (Drupal, EE e Magento) para venda no site. Ao principio a falta de tempo não me permitiu pensar em nada, mas na quinta feira, véspera de feriado meti mãos ao trabalho.

Tive a clarividência de contabilizar as horas para que o total do meu trabalho não fosse muito além dos $200 para que não fosse um desperdício de tempo/dinheiro e lá consegui submeter um Template Joomla, junto com um link para uma demo que os compradores poderiam ver e  avaliar ao vivo antes de comprar o tema. Eles poriam o preço final, que eu previa que fossem uns 25 euros, e talvez a longo prazo a coisa tivesse algum retorno devido às comissões, entre 40% a 70%. E um pouco de visibilidade claro.

Bom, passado 3 trocas de e-mails com a rejeição e a pedir reparos que não eram mais que alterações à maneira como o conteúdo estava apresentado no site demo e não alterações ao template/estrutura do mesmo, decidi pôr um ponto final na minha participação. Irritou-me deveras, não porque não aceito criticas, aceito-as e até fiz duas alterações, mas paro quando vejo que existem dualidades de critérios e quando vejo que o meu trabalho não é tratado como deve.

Como eu tinha colocado apenas 3 páginas com Lorem Ipsum para servir todos os links embirraram com isso (e lá fui meter mais umas 7 páginas com imagens e um form), depois era o formulário na página de contactos que estava estranho e finalmente um “Nevertheless, try to improve the spacing and padding” juntamente com “We offer premium templates on ThemeForest. As such, things like this must be resolved.” isto depois de eu ter espreitado os outros Templates Joomla que eles lá tinham e alguns realmente nem paddings nem margins decentes tinham, como é o caso deste.

Realmente não percebo o que eles querem, mas da minha parte dou por encerrado o trabalho, ultrapassei o tempo que tinha estipulado para este trabalho “as it was” e decidi oferecer o template assim como a source gráfica (ficheiro .png) para poderem alterar o template a vosso agrado.

Não sou mais nem menos que os outros que contribuem para aquele site, mas sei bem quando começam a abusar para cuspirem 200 dólares. Tempo é dinheiro e doravante será melhor empregue nos meus clientes ou no estudo.

Meto só aqui a minha ultima resposta aos gajos:

“Well, I wont try to submit it anymore.

Unfortch is hard to believe you guys have such different standarts, because neither this http://themeforest.net/item/business-like/18823 or this http://themeforest.net/item/skyblue/29914 have got the quality or effort I’ve put into my temlplate, and the changes you’ve asked are mainly in presentation on my demo site, and first site doesn’t even got one, so please don’t tell me about premium quality on your templates.
I tried, but somewhat i don’t understant the dual criteria for your approvals.

I almost made an entire site, given a huge amount of hours and work, but is not woth the $200 prize anymore, I’d rather spend my time on my clients and personal projects. I’ll just distribute it free of charge in my blog.”

No entanto, continuo a respeitar e a gostar bastante da rede de sites de Tutoriais que os gajos fazem, não tem nada a ver com isto, não quero que este post seja comparado a hate mail, ou a bashing. Foi uma má experiência e decidi contar.

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Paixão segundo João – Bach

on Apr 10 in Quotidiano tagged || No Comments »

É das peças mais belas de Bach sobre a Paixão de Cristo. Tive a sorte de a ver na Gulbenkian o ano passado. Sendo hoje sexta-feira santa, deixo-vos o trecho de abertura, belissímo e arrepiante.

Barcamp09

on Mar 31 in Novidades, Pessoais, Quotidiano tagged || 11 Comments »

Este fim de semana foi palco de uma escapadela até Coimbra para participar no Barcamp09 que se realizou no Departamento de Engenharia Informática de Coimbra. Devo dizer que os estudantes estão muito bem instalados, aquilo tinha uma vista para o Mondego que até mete inveja. A zona é linda e a arquitectura não é muito agressiva, embora tenha gostado mais de um edifício ali ao lado que ainda está em construção.

Bom, fomos para cima logo na sexta à noite e apesar da longa fila antes de Alverca o percurso fez-se numa hora e meia aproximadamente. Deu-se o caso do marido fazer uma troca de carro para poupar quiilometragem do nosso popó e por acréscimo pudemos experimentar o belo do sistema de navegação. Até ao dia de hoje nunca precisámos nem pensámos em adquirir um, e agora de certeza que sabemos que não queremos nada disso. Aquela porcaria atrofia como o caraças, uma pessoa confunde-se toda. Mas confesso que Coimbra nos pareceu confusa e por isso até dou o desconto pois o bendito aparelho até nos levou aos sítios que queríamos, mas não sem uns enganos e umas voltinhas extra.

Bom, na sexta lá chegámos pelas 21.20 e fomos logo experimentar o Zé Manel dos Ossos. Saímos de barriga cheia e foi bem em conta. Depois foi para o vale de lençóis do Tivoli que é como quem diz, para o paraíso. Bem, aqueles lençóis são algo de maravilhoso. Não sei se é puro linho, ou algodão xpto mas sei que foi difícil levantar-me. Os pequenos almoços também foram espectaculares, incluindo o de Domingo que partilhámos com a Isa e o marido que também lá estavam hospedados. Parafraseando o Nuno “Nós temos standards” e aquele hotel cumpriu.

Sábado foi então dia de Barcamp, rever conhecidos e conhecer outros. Gostei bastante da apresentação do Filipe Cruz. Depois ala para almoço do Fórum Coimbra, e o pior almoço do fds patrocinado pelo Siga La Vaca, nunca mais lá meto os pés.
Das apresentações da tarde retenho a que a Rupeal fez sobre uma webapp que estão a desenvolver, a InvoicExpress para facturação.
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Depois foi pegar no mapa que a Gisela me fez e lá fui conhecer a pastelaria Vénus muito afamada nos posts e fotos dela. Não pode ser cicerone nessa visita porque entretanto emigrou para Cambridge. Também na Av. Calouste Gulbenkian visitámos os centros comerciais dos anos 80, e pudemos ver que os Conimbrenses gostam bastante de esplanadas.

Foi a tentar encontrar a Vénus que nos percebemos que o maldito GPS nos andava a mandar pelas piores estradas possíveis, e que Coimbra tem mais colinas que um ouriço tem espinhos.

À noite fomos até ao café Atenas onde o marido comeu uma francesinha e eu uma alheira, e ficámos que nem uns abades, e como resultado toca de ir dormir.

No Domingo as apresentações foram variadas, mas as dedicadas ao webdesign, a da Patricia Furtado, do Bernardo Raposo e do Felipe Ávila da Costa foram muito boas e causaram discussões “saudáveis” dos experts na plateia.

O Almoço foi no Dolce Vita, uma simples pizza, porque tentámos ir ao “A Taberna” mas o gajo teve assim um bocado de indelicadeza e não quis desagregar uma mesa para oito, por isso bazamos e pelas 19.30 voltámos à estrada de volta para o Montijo.

Não conheci muitas pessoas novas porque sou tímida e fiquei pela minha zona de conforto/buddys, mas no domingo conheci o Paulo e estivemos à conversa um bom bocado sobre design, tipografia e Ruby. É um gajo porreiro apesar de me ter dito que odeia Helvetica.

A reter de Coimbra:

  • Uma cidade bastante próspera com 2 grandes shoppings
  • As pessoas todas com um ar também muito próspero e bom aspecto (ao contrario da piolheira que encontramos cá no nosso)
  • É grande.
  • E é bonita.

Quanto ao evento em si, kudos para os organizadores, fizeram um excelente trabalho. Acho que o Barcamp devia ser um evento com mais edições anuais e algumas mais temáticas orientadas para workshops e aprendizagem e discussão. O resultado de ter tantos geeks juntos é que depois a malta não tira os olhos do portátil portanto acho que o processo de socialising também não foi o esperado, mas aqui também faço o mea culpa.

Por acaso, e mera curiosidade ontem interroguei o presidente da Esce, do IPS, sobre a possibilidade da escola emprestar espaços e ele até se mostrou bastante cooperante e com interesse, mediante o tipo de evento, portanto, eu ofereço desde já a minha pro-actividade, mãos e braços, se alguem quiser realizar um evento do género em Setúbal.