IMovie plugins
on Jun 13 in Mac, Pessoais tagged || 2 Comments »Comecei este fim de semana a passar para formato digital os vídeos realizados em projectos escolares, e usei o IMovie para importar. Agora tenho cerca de 15 gb em formato .dv para partir em pequenos clips, e até gostava de melhorar um pouco a imagem, o som, e talvez meter uns efeitos giros, nada que fique muito pesado, que é para depois colocar no vimeo.
Para aprendizagem já consegui fazer um pequeno vídeo, exportar e fazer upload. Mas o IMovie só me permite fazer legendas, um fade in e um fade out, mai nada. Sei que há plugins para o bicho mas parece que na nova versão, que eu tenho, não há nada para ninguém.
Como é que eu contorno isto? Meto o Final Cut? Isso depois não será um camião para transportar uma saca de batatas? Ou faço rollback para o Imovie anterior?
Algum professor Bambo que me trate trate destes problemas existenciais!
Indiano pronto a servir
on Jun 11 in Pessoais, Quotidiano tagged || No Comments »Adoro cozinha Indiana, adoro e acho que é impossível eu vir alguma vez a fartar-me.
Prato preferido: Chicken Tikka Masala, e até faço em casa, pese a demora de 24 horas na sua completa preparação. E eu adoro cozinhar, principalmente as coisas que adoro. E quando viemos morar para esta casa era frequente dar grandes jantaradas aos amigos, mas como isso significava vestir o avental pelas 4 da tarde e ficar até ás tantas a limpar as coisas, esmoreci completamente na minha tarefa de hostess, e hoje é raro convidar malta para jantar, mas quem já cá veio não tem do que se queixar, não mexe uma palha que eu sou muito possessiva em relação há minha cozinha. É que eu também tinha mania de fazer pelo menos meia dúzia de entradas. Aliás tenho panca com as entradas e acepipes, e são a minha desgraça. Muitas vezes o meu jantar são 3 ou 4 entradas, sempre com crostinis à mistura.
Mas recentemente fiz uma descoberta que pode mudar o panorama, só existe um condicionamento: It’s Indian!
Há cerca de 2 meses comprei no Delidelux um frasco de molho Korma, em que era só juntar o frasquinho à carne, e fazer o basmati. Reticente mas entusiasmada testei num jantar antes de fazer uma maratona de CSI com a Cláudia e foi um sucesso. Basta temperar os peitos de frango no dia anterior, com sal, pimenta, raspa de lima e gengibre, depois alourar em azeite e despejar o molho. Junta-se mais natas ou pi-ri pi-ri, e 15 minutos depois está tudo pronto, fazendo o arroz ao mesmo tempo. Só se sujam 2 tachos! Se em vez de 4 pessoas forem mais, é só aumentar para 2 frascos de molho.
Mas como esse frasco já era, tive de descobrir novo source, e foi no Corte inglês que descobri uma mina, tanto no supermercado como na loja Gourmet. Várias marcas e vários molhos, tudo entre os 4 e 7 Euros. Também há pães Nan, especiarias e outras iguarias. No Delidelux não há tanta variedade.
Neste sábado, a meio do Portugal-Roménia saquei um jantar em 15m de Intervalo graças a esta fórmula mágica, pois tenho sempre peitos de frango temperados. É a minha carne de eleição e dá para fazer mil e uma coisas.
Até agora apenas usei 2 marcas, Sharwoods e Pataks, ambas muito boas.
Dreamweaver e Fireworks em novos beta releases para o CS4
on Jun 11 in Webdesign tagged || 2 Comments »Afinal enganaram-se os que diziam que o Fireworks tinha tido o seu último suspiro no CS3. Afinal a Adobe não vai deixar cair a minha ferramenta de eleição para Layouts Web e para tudo o resto.
Ainda deve estar longe a release final, dado que o CS3 foi lançado este ano, mas já gosto dele dadas as novas features que o aproximam mais dos seus meios-irmãos Photoshop e Illustrator:
O User Interface já é igual aos destes 2.
Já dá para criar PDF’s automaticamente.
Já incorpora o Adobe Type Engine.
Só falta os brushes, e serei completamente feliz.
No Dreamweaver, as funções novas incluem o uso do Subversion para controlo das versões dos ficheiros, e possibilidade de abrir uma pop-up com o código seja ele html ou css da selecção feita.
Primavera Sound 08 Report II
on Jun 10 in Musica, Pessoais tagged || 1 Comment »Bom, antes que se acabe o feriado, que foi bastante produtivo, é melhor botar para o papel virtual o restante do resumo do Primavera Sound 08.
O 2º dia começou com uma ida a volta das Ramblas a procura de umas comprinhas para fazer e depois umas tapas na Cerveceria Catalana, voltamos para o descanso do Hotel. Por esta altura já eu estava meia partida, mas ainda havia mais duas noites para aguentar. Não era hora de desistir.
Neste segundo dia, 30 de Maio ia haver dois concertos que ambos queríamos ver no Auditório, onde havia bilhetes reservados, a venda por mais 2 euros, e os lugares sobrantes. Não tínhamos comprados essas entradas por isso fomos para a outra fila, mas após 40 minutos de espera em pé acabámos por desistir. Nem Bill Callahan nem Portishead, entrámos no recinto e eu fui-me logo sentar na zona de restauração, e por ali fiquei um bom tempo, escarrapachada em duas cadeiras. Ainda apanhámos o som dos The Strange Death of Liberal England, no palco CD Drome, mesmo ao lado. Soavam a Arcade Fire, e soube agora que andaram este ano em Tourné com os Manics. Seguimos para o Rockdelux onde estavam os Sebadoh, muito chatinhos e quem salvou a noite foram os DEVO. Os melhores do segundo dia, já que depois voltámos ao palco principal para ver Cat Power (ressalve-se já que eu não acho grande piada à moça, nunca achei, mas o marido gosta e já uma vez a moça o tinha feito ir ao Porto onde ela deu tudo menos um concerto, e portanto queria o payback), mas das duas uma, ou era o som que estava muito mau, ou a gaja já estava tratada pois não se percebia nada do que saia da boca daquela mulher. Demos por terminada a noite.
Ao 3º dia já não aguentava mais de 20m em pé, já nem sentia as pernas. Mas estava reservado o melhor dia de Festival, mesmo sem eu saber. Entrámos e fomos logo para o ATP, para ver Silver Jews. OK, adorei. Já tinha ouvido, mas não lhe liguei muita importância, mas ali de facto foi devoção à 1ª musica. David Berman não interage muito com publico, parece estar a ler as letras numa folha de papel, e tem tee-shirts verdes num saco de plástico que de quando em vez atira à audiência. Uma pequena nota: O vocalista maluco dos Les Savy Fav estava na audiência curtir que nem um maluco. Seguiram-se os Kinski (a bit of Sonic Youth and Black Sabath) e os Deerhunter.
Passagem para o Palco Estrella Damn para Dinossaur Jr. que o marido curtiu a brava. O J. Mascis tinha cerca de 15 amplificadores Marshal atrás dele. Aquela porcaria debitava um estrondo o caraças, really rocked the night. Ainda antes da uma fomos para o palco principal para espreitar Tindersticks, mas após 2 musicas lá fomos ver a sensação Indie do momento, os Les Savy Fav. Aquele gajo é maluco! Sai do palco, mete-se no meio da multidão, interage com o publico, pergunta o nome, o signo, diz que está a gostar muito, causa um estardalhaço. Concerteza que fez ali muitos fãs devotos á sua causa. Eu ainda não saquei nada, mas está prometida uma audição atenta. O concerto não pude vêr todo, porque já tínhamos marcado com os Animal Collective acabar a noite no Estrella Damn. E foi o melhor que fizemos. Estava prometido um grande concerto. Tanto os Deerhunter como os Dinossaur Jr recomendaram Animal Collective nas respectivas actuações. Aquela porcaria estava com um som do caraças, até me deixou as entranhas aos pulos, minha nossa senhora dos décibeis. Acabou tudo pelas 3 e tal da matina pois havia um avião para apanhar na manhã seguinte.
Os melhores do Festival:
Portishead
Silver Jews
Devo
Dinossaur Jr
Deerhunter
Animal Collective
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