Oulá pissoal! Alguns pensamentos…
on Jul 25 in Musica, Quotidiano, Webdesign tagged || 2 Comments »Para evitar as habituais calinadas na gramática como a frase aqui de cima, decidi começar a escrever os posts no Word , ficar atenta ao corrector ortográfico e só depois passar para o wordpress. Não o fazia antes, porque na versão anterior do wordpress tinha o rich editor por default e cada vez que fazia cópia lá vinham as tags “font” do Word agarradas. Para o evitar escrevia tudo no “bloco de notas” e copiava. Dava uma ou duas leituras atentas, mas não suficientes.
Ora, isso é um item da lista que pretendo riscar, até porque o marido me diz que fica constrangido a ler o meu blog com tantos erros. No fundo a escrita reflecte um pouco o falar “alentejano” que tenho. Simplesmente há certas palavras ou expressões que não consigo deixar de dizer, ou dizê-las correctamente, e depois tenho o defeito de achar que é castiço e que faz parte da minha identidade e tal… Bom Português VS Castiço, é assim que a coisa se passa na minha cabeça.
Bom, no fim desta semana acaba a estopada dos dois cursos de Photoshop e Freehand. O segundo, apesar de estar a gostar, é pena que o Prof. não tenha imaginação nenhuma para mostrar o melhor potencial do programa. Nos exemplos ora usa um quadrado ora um círculo e um triângulo. Not very apealing i say, e eu por aquelas horas também não consigo puxar muito pela imaginação.
No entanto já deu para perceber que só o usarei para fazer logos ou coisas muito simples. Eu até percebo que foi um software que ficou a meio. Hoje em dia se o comparar-mos ao Illustrator CS2, é como David e Golias. E não se percebe as vantagens da animação no Freehand quando a Macromedia tinha o Flash para isso. Enfim, a elação que tiro é que o Freehand seria um híbrido da Macromedia para responder ao Illustrator e Indesign/Pagemaker da Adobe, mas cedo perceberam que não ia dar grande luta e puseram-no de lado. Para paginar hoje em dia prefiro o Indesign, muito fácil e poderoso. E quanto á luta com o Illustrator, como se previa o merge da empresa já se sabe, o mais fraco sai sacrificado.
Ainda tentei mexer no Pagemaker há uns 5 anos, mas aquilo era de tal forma unfriendly (IMO), que foi logo com os porcos.
Pode parecer teimosia minha, mas comigo, se não conseguir fazer nada com o software em meia hora, temos a relação estragada. Era assim com o Photoshop. Que raio de ideia (e mantenho o desagrado) de meter a edição do objecto na layer através do blend options? Não atinava com aquilo e não conseguia fazer nada. Eu quero Clicar no objecto e selecciona-lo logo e editá-lo, e não andar a procura dele na panóplia de layers. E porquê não criar automaticamente uma layer a cada objecto criado just like Fireworks does?
Diz-se que é a ultima vez que o Fireworks sai cá para fora, no CS3, e em parte foi por isso que fui tirar o curso de Photoshop, mas se o gajos não me fazem a vontade e não metem estas pequenas facilidades no Photoshop, acho que vou ficar presa para sempre no Fireworks, ou levar o Illustrator mais a sério.
Desta fusão de developers ADOBE/MACROMEDIA, só temos de esperar o melhor, e não lutas internas para prejudicar ou extinguir bons softwares. As duas dominavam o mercado, e agora detém o quase monopólio, por isso compreende-se que não possam ter 2 softwares que façam o mesmo na mesma empresa, mas que haja um software que comporte o melhor dos dois. Que ouçam a comunidade de Designers e Developers (aqui já falo do Dreamweaver e do Golive, que nunca mexi) e e criem o melhor produto possível.
Quanto ao Flash, bom, nunca teve concorrência à altura, certo? Segue o seu caminho evolutivo, mas na parte vídeo não precisa de uma perninha do Premiere? Nunca mexi com vídeo no Flash, mas fica a pergunta.
Esta é mais uma feelgood song que me faz andar a pular pela casa. Catalogamos assim mais um cromo britpop, ainda que da segunda vaga, visto no TOTP. Hoje em dia não sei o que andam a fazer os Supergrass, mas em 99 isto era muito baril.
Workspaces
on Jul 19 in Quotidiano tagged || 2 Comments »Não é novidade nenhuma que em Julho e Agosto a maior parte das empresas vive um periodo de acalmia. Os projectos acalmam, os escritórios esvaziam-se, e os patrões começam a ir de férias. Quem fica a trabalhar tem de se habituar ao novo ritmo, e como nos temos de entreter com alguma coisa, resolvi riscar algumas coisinhas na lista e aprender mais. Acho que é o período Ideal.
Na lista 101 encontramos o Item 12-XML. Ora bem, já comecei a ver esse video. Mas não dava muito jeito estar no monitor a ver o gajo a digitar código e eu só a olhar. Porque depois tinha de pausar o video, minimizar, voltar a atrás, etc e tal, e isso é perder tempo e o fio à meada. Vai daí resolvi procurar um 2º monitor abandonado, liguei à placa gráfica, e pronto, problem solved, aumenta-se a produtividade. Janela a dar o vídeo num monitor, as aplicações no principal, como se pode ver na foto em baixo:
O item de trazer umas plantas para o trabalho, como podem ver, ainda não foi cumprido. Prá semana…
Depois na lista, encontramos o item 27-Ler um livro novo por mês. Como disse num post anterior estou a acompanhar os video tutoriais com o livro “xml weekend crash course”, mas o livro e os videos tem uma abordagem completamente diferente. No livro vamos devagar, com xml, dtd, xslt e xpath, e nos tutoriais o gajo meteu-se logo pelas data islands e DOM. Sendo assim, imprimi logo o livrinho de DOM Scripting para começar a perceber o princípio do Javascript. A sintase não foge ao Java, o que já é meio caminho para eu perceber o que raio estou a fazer, mas é preciso as bases, e eu hei-de tê-las.
O livro é este:

Parece ser dirigido ao Webdesigner e não ao programador por isso será acessível a moi. Dentro de dias farei o relato.
on Jul 19 in Novidades, Pessoais tagged || No Comments »
Finalmente, e depois de anos a namorar umas Birkenstock e a contentar-me com cópias, este foi o ano em que o marido me presenteou com umas lindas e anatómicas Birkenstock Milano:

Já tinha feito o download do catálogo PDF e andava a escolher, mas no fim optei pelo clássico, ou como eu lhes chamo “a minha sandalinha de pregar no deserto”. São muito confortáveis, mas como é hábito em qualquer sapato ou chinelo que eu compre, precisam de um certo tempo para se fazerem ao pé.
Para banda sonora deste Post fica aqui uma ínfima parte daquela que é a mais perfeita banda sonora que um filme já teve*. Na altura em que passava no cinema embirrei com ele, vá se lá saber porquê, mas quando o vi em video foi amor à 1ª vista. Permitiu-me descobrir o Yann Tiersen e o Mathieu Kassovitz.
* A 2ª banda sonora perfeita é a do “Jackie Brown“, e também o meu Tarantino preferido. Mas isso fica para outro Post
Photoshop Ends, Freehand Starts
on Jul 10 in Musica, Quotidiano, Webdesign tagged || 2 Comments »Terminou ontem o curso Photoshop de 42 h no Citeforma. Embora um pouco desiludida, não com a formação ou formador em si, mas talvez com as expectativas iniciais.
Fui fazê-lo porque era um handicap no meu currículo. Habituei-me desde cedo a fazer tudo em Fireworks, incluindo tratamento de imagem, layouts e tudo mais, e nunca mexi no photoshop. Quando mexia desorientava-me porque estava habituada à simplicidade do Fireworks.
O photoshop tem o seu poder na extensibilidade dos brushes, ds filtros, dos plugins, algum texto e no tratamento de fotografia.Para vectores nem tanto, pelo menos por agora é essa a impressão que tenho.
Em 1º lugar há que ter a preocupação de criar sempre layers, pois ao contrario do FW ele não as cria automaticamente quando criamos uma nova forma, somente texto e cópias de outros documentos. Acontece sempre estragar uma layer com porcarias em ciam. Depois temos de fazer tudo na caixa de blending options. Há ali muitas possibilidades e variáveis, e agora é caso de praticar, mas achei sobretudo que é uma ferramenta para tratar fotografia, mas não para fazer layouts.
A versão do curso era a CS, e em brasileiro, por isso agora ando um bocado confusa na CS2 em Inglês.
De resto focámo-nos mais nessas ferramentas de tratamento de imagem, reparação, côr, filtros, etc. Para o Imageready foi uma horinha, incluindo slices. Bah.
Mostro aqui um exercício:
e outro:
No big deal eu sei…
E porque é melhor aproveitar o balanço, hoje começo já o curso de Freehand. Também não uso esta ferramenta nem outra de desenho vectorial. Sim senhora faço uns cartões no Corel, e uns pseudo-logos no Illustrator, mas tudo um bocado amador. Mais uma vez é sempre um requisito pedido nos anúncios de emprego de Webdesigner ou Designer. Eu sei que o Freehand vai ser extinto na próxima edição de Suites da Adobe, assim como o Fireworks, mas ainda vai ser utilizado nos próximos 4 a 5 anos. Nem todas as empresas investem na renovação do seu software anualmente ou a cada edição de suites da Adobe, mas é meu objectivo melhorar a utilização e conhecimento do Illustrator que acho espectacular mesmo no pouco que faço.
São só mais 15 dias de sacrifício de ensino nocturno a chegar a casa quase à meia noite. Em Agosto logo descanso.
O CV agradece o enriquecimento, e eu também.
Presentemente, nas viagens de barco ando com um bom manual de XML a preencher os tempos mortos. É muito acessível e de fácil leitura. Tottally recomended:
Embora o título sugira uma aprendizagem relâmpago estou a fazê-lo a passo miúdo.
A musiquinha de hoje é boa para ouvir no carro aos berros a caminho da estação fluvial. È justamente a receita ideal para começar o dia bem disposta. São os The Guillemots, uns britânicos bem dispostos que contam com um baixista brasileiro. Recomendo o álbum todo.
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